Não escrevo para explicar, escrevo para não esquecer.
Não tenho biografia, tenho memórias inventadas, vozes que visitam, palavras que às vezes escolhem ficar.
A. de Quimera não nasceu — foi escrito. Talvez por mim, talvez por alguém que já fui ou ainda serei.
O que você lê aqui são fragmentos: do que senti, do que sonhei, do que temi confessar.
Se algo aqui te tocou — leve contigo, e se quiser devolver algo, escreva de volta.